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Poemas - Poesia

Sobre as palavras do padre Vieira - Sóror Maria do Céu


Sobre as palavras do padre Vieira - Sóror Maria do Céu

Sóror Maria do Céu (Lisboa, 1658-1723) foi uma escritora, poetisa, e dramaturga barroca portuguesa.
Nasceu em Lisboa, na época a grande capital do Império Português, e entregou-se à clausura (tornou-se sóror) quando entrou no Convento da Esperança, em 1676, tendo ocupado os cargos de mestra de noviças e abadessa.
Muito culta e inteligente, Maria do Céu era das poucas mulheres que, na altura, tinham acesso a um vasto conhecimento, sendo portanto uma das raras mulheres intelectuais à época no país. Desde jovem escreveu diversos poemas e, aquando da sua estadia no convento, a sua "veia poética" cresceu e, mais tarde, foi dita como uma das melhores poetisas que Portugal já conheceu. A sua escrita destacou-se pelas riqueza de imagens e musicalidade e aspirações teatrais.
Escreveu também alguns autos e comédias de carácter religioso, que foram adaptados, posteriormente, para teatro. Sob o pseudónimo de Maria Clemência, seguido da indicação «Religiosa de S. Francisco no Mosteiro da Ilha de S. Miguel», assinou várias obras, hoje consideradas obras-primas do Barroco no país, entre elas A Fénix Aparecida na Vida, Morte, Sepultura e Milagres da Gloriosa Santa Catarina, escrita em 1715, e Enganos do Bosque, Desenganos do Rio, concretizada no ano de 1736.
O seu nome é conhecido também no teatro, já que assinou três pequenas peças, duas delas, Auto de S. Alexo – Maior Fineza de Amor e Alegoria Poética a S. Alexo - Las Lagrimas de Roma e Auto de S. Alexo – Amor es Fé.
Em 1991, a pesquisador Ana Hatherly publicou A Preciosa de Sóror Maria do Céu, atualizando o códice da Biblioteca Nacional.


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